terça-feira, 17 de novembro de 2009

Workshop Estratégico para Empresas de Base Tecnológica


A CIATEC, Pólis de Tecnologia do CPqD e a BRASSCOM promovem no dia 25 de novembro o Workshop Estratégico para Empresas de Base Tecnológica. O evento ocorrerá no auditório do Pólis de Tecnologia do CPqD de Campinas-SP, das 8h30 às 13h30.

Estímulo para a pesquisa e a inovação, o Polo Tecnológico de Campinas é um centro de convergência de várias instituições de ciência e tecnologia que, a cada ano, atrai mais empresas e estimula o intercâmbio entre o setor produtivo, universidades e centros de pesquisa. O objetivo do workshop é apresentar as estratégias que possam torna-se diferencial para a competitividade das empresas de TI ao se instalarem em um polo.

Durante o evento será apresentado o Polo Tecnológico de Campinas, as vantagens competitivas para o negócio das empresas e, ainda, mostrado como obter benefícios e incentivos federais, estaduais e municipais com este empreendimento.


Maiores informações

Site: http://www.anggulo.com.br/camp_tec/home.htm

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Seminário apresenta oportunidades na área digital para gestores públicos nordestinos

Em quatro dias de palestras e conferências, o SGPM NORDESTE 2009 - 1º Seminário Nordestino de Software Livre para Gestão Pública Municipal vai debater e apresentar os principais caminhos para a modernização das prefeituras por meio da aplicação de softwares livres e novas tecnologias.

O evento será realizado entre os dias 26 e 29 de novembro no Hotel Parque das Fontes, no município de Beberibe-CE. Durante as conferências e debates, especialistas e técnicos na área de software livre aplicado à gestão dos municípios apresentarão casos de sucesso e discutirão propostas para que as prefeituras possam se adequar ao Programa Nacional de Modernização da Gestão Pública e também às exigências do mundo moderno. Tudo isso através da informatização de todas as secretarias em plataformas virtuais, que demandam o uso de internet.

Segundo Normando Soares, diretor da Atmosfera Consultoria, instituição responsável pela organização do 1º SGPM, “esse encontro mostra todas as possibilidades reais de facilitar a tomada de decisões, baseada em relatórios gerados pelos softwares que vão soar como música aos gestores e prefeitos mais antenados”.

Um dos pontos altos do evento será a apresentação do exitoso caso da cidade de Piraí-RJ, que foi o primeiro município do país a implantar o projeto Cidades Digital, que revolucionou o local e a vida de seus moradores por meio da internet em banda larga e de softwares livres.

A cerimônia de abertura do Seminário ocorrerá às 19h, do dia 26. Nesse mesmo dia, às 20h30, ocorrerá ainda, o lançamento de mais uma edição especial da Revista INFOBRASIL. A edição traz a cobertura da InfoBrasil 2009 e é dedicada ao Instituto Atlântico, que acaba de conquistar reconhecimento internacional com o CMMI5 e o Prêmio Você S.A- Exame – Melhores Empresas para Você Trabalhar.

Na ocasião, está prevista a presença de várias autoridades, dentre elas: o Governador do Estado do Ceará, Cid Gomes; o deputado Estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Domingos Filho; a secretária de Planejamento e Gestão do Estado em exercício, Desirée Gondim; o secretário Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Renê Barreira; a presidente da Aprece, Eliene Brasil; o presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembléia Legislativa, deputado Estadual, Roberto Cláudio; e, o presidente da União dos Vereadores do Ceará, vereador Deusinho Filho. Logo em seguida, haverá a palestra “Modernização das Prefeituras Como Indutor do Desenvolvimento”, ministrada pelo vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, que já garantiu presença no evento.

Inscrições

As inscrições para participar do SGPM estão abertas e podem ser feitas até o dia do evento, através do site www.sgpmnordeste.net.br. Podem participar prefeitos, gestores, parlamentares, estudantes, pesquisadores e demais interessados na área de gestão pública por meio de softwares livres.

Mais informações:

Normando Soares - Telefone: (88) 8813.9837 - Site: www.sgpmnordeste.net.br.

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

II Seminário de Gerenciamento de Projetos


O PMI-CE promove nos dias 09 e 0 de novembro de 2009 o II Seminário de Gerenciamento de Projetos, com o tema "O Gerenciamento inter-setorial de projetos, programas e portifólios".

Maiores informações
Telefone:
85 3279-2188 (Ramal 2021)

Site:
www.eventospmice.com.br



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Jornalista resposnável

Tecnologia avança no Ceará

Matéria de Capa do Jornal Diário do Nordeste

Data: 01 de novembro de 2009
Caderno: Negócios

Com cerca de 800 empresas em operação, o setor de tecnologia inova, extrapola fronteiras e consolida-se no Estado

Se engana quem pensa que o setor industrial do Ceará se resume apenas à indústria de transformação, com destaque para alimentos, calçados e vestuário. Nos últimos cinco anos, um novo segmento vem despontando em meio a essas áreas tradicionais. Com cerca de 800 empresas instaladas no Estado, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro-CE), a indústria de tecnologia da informação e comunicação vem crescendo a passos largos, obtendo, em média, incremento da ordem de 20% ao ano, índice bem próximo da média apresentada pelo País, que é de 22%.

Desempenho considerado expressivo se comparado com o ritmo de crescimento de todo o setor industrial e ainda da economia do Ceará, que, no ano passado, por exemplo, registraram expansão de 5,5% e 6,5%, respectivamente.

"O setor de tecnologia no Ceará é bastante dinâmico e o uso da tecnologia, em nosso próprio setor, garante que estejamos sempre ligados às novidades. Dessa forma, as empresas buscam continuamente melhorias em seus processos e serviços", destaca Jorge Cysne, presidente da Assespro-CE.

Extrapolando fronteiras

Na sua avaliação, no quesito software, atividade líder nessa área no Estado, as empresas locais estão muito bem posicionadas. "Exemplo disso é o avanço que algumas fazem na conquista de clientes fora do Ceará e não só no Nordeste, mas também no restante do País", argumenta o empresário, um dos diretores do Grupo Fortes e serviços, constituído de um conjunto de empresas que há 20 anos vem ampliando suas atividades, dando suporte e apoio profissional ao segmento empresarial da indústria, comércio e serviços.

Cysne conta que o maior consumidor de tecnologia no Brasil ainda é o estado de São Paulo e algumas das empresas cearenses, de olho nesse mercado, já possuem, senão uma sede própria lá instalada, representantes ou parceiros. Sem citar, aquelas, diz, que já possuíram ou ainda mantém parcerias também no exterior.

"Hoje, posso dizer, de forma tranquila, que a produção de software em nosso Estado está alinhada com o que há de mais moderno no mundo em relação a linguagens de desenvolvimento, processos, metodologia, certificações e nível de qualificação", frisa o executivo.

Perfil inovador

De fato, acrescenta Maurício Brito, presidente do Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará (Seitac), "as empresas cearenses, por iniciativa própria, são muito inovadoras e competitivas em relação às empresas de outros estados do Nordeste, o que pode ser comprovado nos editais de subvenção e nos prêmios de inovação promovidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia". Nesse sentido, vale destacar, aponta o especialista, as iniciativas empresarias relacionadas à obtenção de qualificação empresarial, como a ISO 9001, e a certificação no Programa de Melhoria da Qualidade de Desenvolvimento de Software (MPS.BR); acrescentando, também, as ações relacionadas à formação de recursos humanos especializados.

O resultado de todo esse esforço pode ser medido pelo número de empresas cearenses de base tecnológica que se inscreveram para o Prêmio Finep de Inovação, que cresceu de quatro, em 2000, para 23, no ano passado, com o total de ganhadores do Estado saindo de um para cinco no mesmo período. Ao mesmo tempo, os valores contratados pelas empresas locais sob a égide do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia (FNDCT), saltaram de R$ 1,86 milhão, em 2003, para R$ 21,32 milhões, em 2006, atingindo R$ 31,88 milhões, em 2008, o que aponta para uma taxa de crescimento de 17 vezes, em um período de apenas cinco anos.

ANCHIETA DANTAS JR. - REPÓRTER


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Jornalista responsável

Setor ainda tem pouco impacto na economia

Continuação da matéria de capa do jornal Diário do Nordeste

Embora o setor de tecnologia da informação e comunicação esteja em ascensão, ele ainda representa muito pouco para a geração da riqueza no Ceará, na comparação com outros estados nordestinos, a exemplo da Bahia e de Pernambuco, bem mais consolidados nessa área. “Em média, esse setor movimenta cerca de R$ 400 milhões ao ano,o que não chega a representar nem 1% do Produto Interno Bruto (PIB) cearense, ao passo queemPernambuco ele alcança a casa dos 3% em relação ao indicador”, relata Jorge Cysne, presidente da Assespro-CE.

Pernambuco saiu na frente

Segundo ele, o desempenho no Estado vizinho se deve a um projeto que começou há dez anos e envolveu as empresas, as universidades e o governo pernambucano, criando um polo de tecnologia, tema que só agora é que está em discussão na Câmara Setorial de Tecnologia da Informação e Comunicação, no âmbito da Agência de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Adece), e que já vem sendo estimulado pelos empresários cearenses há alguns anos.

Face a isso, reforça Leonardo de Ávila, executivo de Negócios do Instituto Titan, entidade que congrega as 19 maiores empresas do setor no Ceará e responde por mais de 60% do seu faturamento, há um grande espaço para crescer. “Ainda temos um custo de mão-de-obra bem mais em contaque os demais estados nordestinos e do País”, argumenta.“Portanto, podemos e queremosaumentar a nossa participação no PIB do Ceará”, acrescenta o executivo.

Entretanto, avalia Brito, do Seitac, “do ponto de vista regional, o Ceará ainda é marcado pela ausência de políticas públicas que contemplem o setor, comoas hoje existentes na Paraíba, Pernambuco e Bahia, para citar só os estados do Nordeste. Nesse sentido, estamos décadas atrás desses estados”.

De acordo com ele, é importante lembrar ainda que o setor detecnologia no Estado é formado, em sua grande maioria, por micro e pequenas empresas, em torno de 94%. “São empresas ainda jovens, com idade média de apenas cinco anos”, frisa. “Mas que, no entanto, chegam a empregar diretamente em torno de 9.600 pessoas, conforme dados do Ministério do Trabalho e do próprio sistema Assespro/Seitac”, acrescenta.

Uma outra característica do setor de tecnologia no Ceará é a sua heterogeneidade. “São desenvolvedoras de software; fábricas de Software; consultoria em sistemas; modelagem e levantamento de requisitos; outsourcing; redes e conectividade; segurança da informação; provedores de acesso a internet; consultoria e comercialização de hardware; integradores de soluções; entre outras”, lista Cysne da Assespro-Ceará.

Porém, observa Brito, prevalecem as empresas prestadoras de serviços e desenvolvedoras de softwares sob encomenda (fábrica de software) e de software aplicativos (sistemas de gestão empresarial). (ADJ)


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É necessário qualificação

Continuação da Capa e da página 2

Veículo: Diário do Nordeste
Data: 01/11/2009
Caderno: Negócios

Para continuar se expandindo e, de fato, se consolidar, o setor cearense de tecnologia da informação e comunicação ainda precisa aparar algumas arestas. Uma grande demanda e um dos graves problemas enfrentados pelos empresários do ramo é a formação profissional de quem nele atua. Ao mesmo tempo, questões de ordem tributária, como incentivos fiscais, e a implantação do tão aguardado polo de tecnologia também figuram no rol de necessidades que precisam ser satisfeitas. “Como em outros setores, a falta de profissionais qualificados impacta no avanço do setor. No nosso caso,como crescimento dos negócios, a demanda só tende a aumentar”, aponta o presidente da Assespro-Ceará, Jorge Cysne.

“E isso é, de fato, um problema. De longe, essa é a nossa maior necessidade. A carência vai desde o conhecimento das linguagens para o desenvolvimento até o domínio da língua inglesa”, detalha Leonardo de Ávila, executivo de Negócios do Instituto Titan.

Maurício Brito, do Seitac, lembra que o setor padece,também, de pessoal preparado para assumir a gerência deprojetos,sem contar com analistas de sistemas e programadores voltados especialmente para oambiente Web.

Incentivos

Para as principais lideranças do setor de tecnologia no Ceará, a definição de políticas públicas de apoio ao desenvolvimento da atividade, com a criação de um polo de tecnologia que seja referência no País, e a concessão de incentivos fiscais também de vem ajudar a recuperar o tempo perdido nessa expansão. “Precisamos da definição de critérios que possibilitem esses incentivos. Comparando com outros estados, nossos tributos são mais altos”, dispara Jorge Cysne, da Assespro-CE. “Em Pernambuco, por exemplo, não se cobra ICMS, apenas o ISS”, argumenta Leonardo Ávila, do Instituto Titan.

Segundo Cysne existe, atualmente, uma discussão ainda pendente sobre a tributação do software. “Há uma lei federal que determina que a licença de uso de software, forma pela qual é comercializado o produto em escala ou pontualmente, deva ser tributada pelo município, ou seja, sujeito a ISS. Atualmente na lei estadual do ICMS, consta que sobre o sistema deve ser cobrado esse outro imposto, desta forma temos uma situação de bitributação que é inconstitucional”, afirma.

Polo de tecnologia

Além das questões tributárias, lembra o presidente da Assespro-CE, os empresários do ramo clamam ainda pela determinação deumaárea física para localização de empresas de tecnologia, institutos de pesquisa, espaço para as universidades, representação do setor privado e governamental, “com áreas comuns, de forma a propiciar maior sinergia entre os participantes, gerando, dessa forma, oportunidades e uma marca forte para o Ceará, não só dentro do País,mas no mundo”.

Na avaliação do executivo de Negóciosdo Instituto Titan, Leonardo de Ávila, enquanto Pernambuco há dez anos já se preocupava com essas questões, o que foi feito no Ceará, até agora, não saiu do âmbito das discussões. “O que o governo do Estado fez até agora foi discutir um polo de tecnologia, mas eles estão mais preocupados com a geografia, ou seja, com a localização, do que com o formato que esse polo deve ter. Eles falam em algo variando entre 14 mil e 15 mil metros, ao passo que em Pernambuco,como Porto Digital, o investimento foi bem maior, com um quilômetro quadrado de extensão e R$ 33 milhões empregados”, afirma.

Compras Governamentais

Cysne lembra ainda que no mundo todo os governos são grandes clientes de tecnologia, funcionam como alavancadores do setor. “Assim, também queremos ter condições de competir de maneira mais forte nos processos decompras governamentais. Afinal, as empresas locais geram emprego e renda aqui, ou seja, a riqueza gerada permanece no local”, pontua. (ADJ)


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Articulação é marca registrada da atividade

Continuação da capa e pág. 2 e 3

Se depender da organização PESQUISA das empresas cearenses que atuam na área, o setor de tecnologia da informação e comunicação no Estado só tende a continuar crescendo. A articulação da iniciativa privada já é uma marca da atividade. “As empresas já de muito tempo vêm em processo de organização no Estado através da Assespro/CE, depois da criação do Seitac, que se uniram há dez anos, formando um sistema que defende os interesses das empresas”, afirma o presidente da Assespro-Ceará, Jorge Cysne.

1800 PESSOAS
Trabalham atualmente nas empresas que fazem parte do Instituto Titan, criado há cinco anos com o braço de pesquisa e desenvolvimento

Segundo ele, mais especificamente há cinco anos, foi criado também, dentro desse universo, o Instituto Titan, uma organização de direito privado sem fins lucrativos, braço de pesquisa e desenvolvimento das empresas locais, e que hoje congrega 19 grandes empresas, empregando cerca de 1.800 pessoas e com faturamento próximo dos R$200milhões/ano. “Lá foi o palco onde começaram as grandes discussões sobre o polo de Tecnologia do Ceará, a necessidade de um Parque de Tecnologia e as questões inerentes a políticas públicas”, lembra.

Outras ações “No ano passado tivemos ainda a caracterização do Arranjo Produtivo Local (APL) de tecnologia da informação e comunicação da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), com a defesa deste sendo realizada no âmbito do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Também, dentro deste processo, a criação da câmara específica do setor, ligada à Adece (Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará) que se tornou o Fórum das discussões inerentes à área”, acrescenta Cysne.

Segundo ele, com o maior envolvimento do setor privado, das universidades e agora do governo (estadual e municipal), é nessa câmara setorial onde as grandes transformações deverão ser pautadas e norteadas. “Fora isto, ações no campo de capacitação de empresas, empresários e profissionais estão sendo realizados como projetos diretos do APL e com parcerias com o Sebrae e a Softex (Sociedade Brasileira para Promoção da Exportação de Software)”, emenda. (ADJ)

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

SOFTIUM realiza workshop na área de SAC em Recife


A SOFTIUM realizou a 1ª edição do Workshop “SAC: A nova lei é para todos”. O evento exclusivo da empresa em parceria com a CBS Telecom aconteceu em Recife. No evento, foram apresentadas as normas da Lei do SAC, oportunidades, tendências, inovações, além de entender como depois de um ano, a nova regulamentação está mudando os hábitos dos clientes e elevando o nível de investimentos e profissionalismo das empresas neste setor. O Workshop é iniciativa inovadora da empresa direcionada para o mercado desde pequenas a grandes empresas.

O evento destacou a importância e os desafios na melhoria do atendimento e processos de qualidade. Além de apresentar o Tactium como uma solução de relacionamento e gestão de clientes totalmente integrados as novas normas. O objetivo foi mostrar como as empresas podem se tornar mais competitivas com o aumento de sua produtividade, colaboração e maximização de gerenciamento de seus clientes por meio de uma plataforma integrada e segura.

A Softium mostrou aos participantes modelos de conteúdo adequados a vários segmentos de negócios. O público pôde conhecer as novidades na legislação do setor, desde SAC à telemarketing, passando também por regras relacionadas a e-mails e SMS e ficar atualizado com as melhores práticas no relacionamento.

Segundo Fábio Aurélio, Gerente Comercial da Filial Recife, “As empresas demonstraram grande interesse pelo tema, fato comprovado com o número de participantes, a forma como assimilaram as informações, as abordagens espontâneas com a palestrante, os comentários gerais ao final do evento e mesmo agora, com o retorno para a obtenção de mais informações sobre o workshop e como o Tactium pode auxiliar no relacionamento com clientes”.

Fonte: Marketing Softium

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Instituto Atlântico comemora a conquista do CMMI Nível 5

No inicio de outubro, o Instituto Atlântico conquistou o CMMI 5 (Capability Maturity Model Integration), o nível máximo da certificação internacional de desenvolvimento de software, a mais importante do mercado. O resultado positivo da avaliação de qualidade, feita pela empresa ISD (Integrated System Diagnostics Brasil S/C Ltda), consultoria internacional com foco exclusivo em qualidade de processos, foi publicado no site do SEI no dia 2 de outubro de 2009. O Instituto foi reconhecido como a sexta organização no Brasil reconhecida com o CMMI-5.

Segundo o superintendente do Instituto, José Eduardo Martins, o Atlântico alcançou o nível 2 em 2003 e o nível 3 em 2006. Nessas duas etapas foram investidos cerca de R$ 1 milhão, e mais R$ 2 milhões foram necessários para chegar ao topo do CMMI (Nível 5), destaca.

Para comemorar o seu reconhecimento internacional, no dia 20.10.2009, das 18:30h às 21:00h, o Instituto Atlântico irá celebrar e compartilhar sua conquista no restaurante L`Ô, rua Pessoa Anta, 217 – Praia de Iracema – Fortaleza-CE.

Segundo Eduardo Martins, o Atlântico obteve o CMMI 5 através de muito esforço, com o sentimento de que precisa ter qualidade nos processos, condições de previsibilidade em termos de prazo, de custo e de volume de trabalho a ser feito para que consiga satisfazer o cliente. “Estamos sempre melhorando para atender as exigências do mercado cada vez mais competitivo. Com o CMMI Nível 5, temos condições de, medir a melhoria e comprovar que estamos em um outro nível de excelência em termos de controle de processos”, destaca.

O presidente do Instituto Atlântico, Cláudio Violato, vice-presidente de Tecnologia do CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), considera o significado da conquista “importante para o Atlântico e toda a região Nordeste, uma vez que promove melhorias de qualidade e de processo e o melhor desempenho das organizações. Violato destaca que foi muito difícil obter o CMMI5 porque é uma disciplina especial que todas equipes têm que seguir. Todavia, observa o presidente do Atlântico, a disciplina é vista como burocracia e muitos pensam que os processos CMMI trazem custos pesados para os projetos. “Eu aprendi ao longo do tempo que o custo é muito maior quando não se pratica estes processos. Porque o nível de qualidade é menor e há muito trabalho”, conclui.

EVENTO: O ATLÂNTICO É CMMI5
Data: 20 de outubro de 2009 (Terça-feira)
Horário: 18h30 às 21h
Endereço: Rua Pessoa Anta, 217 – Praia de Iracema – Fortaleza (CE).
Contato: Fabiane Martins
(85) 8879. 8509 / 3275.2033

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Futurecom 2009 tem início nesta terça-feira

O Futurecom é um evento de Telecom e TI que reúne as forças de mercado, proporcionando às empresas e aos profissionais que dele participam, um ambiente adequado e estimulante para o desenvolvimento de conhecimento, negócios e de relacionamento.

Ele tem se firmado como o evento em que os mais expressivos dirigentes do setor têm escolhido para falar e balizar o mercado sobre os rumos das Telecomunicações.

O Futurecom bateu recorde de visitação em 2008. Foram 14.331 participantes no total, entre visitantes e congressistas, frente a 6.702 em 2007, quando o evento foi realizado em Florianópolis. O número de países participantes também saltou em São Paulo, atingindo 42, comparado a 35 no ano anterior. O número de empresas expositoras cresceu 17% na mesma comparação, atingindo 237 na edição paulista. No Transamerica Expo Center, o Futurecom teve mais do que o dobro da área física ocupada no centro de exposições de Florianópolis, alcançando 25,4 mil m².

O Futurecom Ano 11 será realizado de 13 a 16 de outubro, em São Paulo, no Transamerica Expo Center e espera reunir mais de 15.000 visitantes. O evento é composto por dois grandes blocos:

Seminário Internacional:
Reconhecido pela excelência de conteúdo, por seu alto padrão de qualidade e pela presença dos mais destacados Profissionais e Executivos do Brasil e do exterior. São mais de 300 palestrantes e painelistas nacionais e internacionais apresentando cases e novidades do setor de Telecom e TI.

* Sessões Empresariais Premium: tendências, visão e estratégia
* Sessões de Marketing e Business: aplicações, serviços e negócios
* Sessões de Soluções de Negócios: soluções de tecnologia e de processos empresariais

Business Trade Show
A mais abrangente exposição realizada na América Latina, que reuniu em 2008 mais de 200 expositores demonstrando seus Serviços, Soluções, Aplicações, Sistemas e Tecnologia em um espaço de 25.000m².

Fonte: http://www.futurecom2009.com.br